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A esta hora os meus filhos devem estar a ouvir as professoras a explicarem o que foi o 25 de Abril.

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publicado às 13:33


3 comentários

De clara a 22.04.2010 às 14:12

explica logo quando chegarem a casa, Inês. leva o efeito de contrariedade à posteriori [antes assim]. também eu expliquei assim à minha filha.

De Carla M a 22.04.2010 às 23:25

Não se preocupe. Seja o que for que lhes expliquem, eles provavelmente não acreditam. Basta para isso olharem à volta. A realidade continua demasiado semelhante ao que era antes.

De Miguel Torres de Casto a 25.04.2010 às 11:28

Olá Inês,
Estava disposto a não abrir jornais este fim-de-semana (já o faço desde há uns anos a esta parte por esta altura) quando, ontem, em casa de uma amiga abri o "I" e, logo, nas primeiras páginas li o seu artigo.
Gostava de lhe agradecer por ter escrito este comentário, pois fiz a minha Primária no inicio dos anos 80 onde tive o azar de ter como professora uma socialista inflamada que, apesar de lavar o cérebro a crianças de tão tenra idade com os ideias coloridos dessa recente revolução (ou orquestração estrangeira com fantoches nacionais para camuflar a coisa), corria à reguada e a recorria ao autoritarismo mais cobarde para "ensinar" as matérias curriculares que eram as que realmente mais interessavam.
Embora tenha vivido os meus anos escolares com a obrigatoriedade de usar o espartilho desta liberdade instituida , tive o privilégio de ter em casa quem me mostrasse outras opiniões. Outros (muitos) não tiveram essa sorte e cresceram, formaram-se, tendo como dítames a opinião vigente; não os podemos condenar, na escola tinham de escrever uma série de conceitos que lhes eram ensinados para poderem passar nos testes e fora dela, não tendo acesso fácil e priveligiado a outras opiniões (muitas vezes por medo, comodismo ou seguidismo as suas familias alinhavam as suas bitolas pela opinião fácil e mais recente), a vida prática não lhes permitia procurar outra verdade senão a que lhes fora imposta perdendo assim todo e qualquer sentido crítico.

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A Um Metro do Chão o mundo está cheio de pernas e tem de se olhar para cima para ver o céu - o que faz toda a diferença. O preto é mesmo preto e o branco é branco. As coisas são todas assustadoramente concretas e ninguém aceita argumentos, só respostas. Não é um mundo melhor, pior ou mais verdadeiro; é apenas diferente, apesar de ser o mesmo. Este blogue é sobre isso. E sobre uma coisinha ou outra que pode não ter nada a ver.

Autora

Inês Teotónio Pereira
iteotoniopereira@gmail.com
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