Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
"Não existe propriedade mais privada do que os gulags da Coreia do Norte, país defensor da propriedade colectiva. O regime autista do “Querido Líder” fecha a porta, nega a existência do pesadelo.
Dos campos “kyo-hwa-so”- que significa “um lugar para tornar uma pessoa melhor através da educação”- escondidos em vales ou no meio das montanhas, por vezes, só se sai para morrer em casa ou na rua. Execuções públicas, tortura, infanticídio, violações de mulheres, abortos forçados, rações mínimas para não morrer à fome. Há um documento bem completo sobre o tema no site do U.S. Committee for Human Rights , que conta com um prefácio de Anne Aplebaum. Uma das vítimas citadas neste documento é Ji Hae-nam. Ela foi acusada de perturbar a “ordem socialista” por ter cantado, “Don’t Cry for Me, Hongdo”, uma música sul-coreana que ouviu na televisão. Foi presa, espancada, violada.(...)"
Helena Ferro de Gouveia,
No blog: "Domadora de Camaleões"
Inês Teotónio Pereira às 12:35 |
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