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Podem abandonar o navio: não está ninguém ao leme

por Inês Teotónio Pereira, em 20.05.09

Tudo começou com uma escola a proibir o uso de minissaias e de outras roupas “provocantes”, continuou com a polémica dos preservativos e acabou com uma professora louca a iniciar os meninos em “educação sexual” directamente para o gravador de uma aluna de 12 anos.

E não, não foi o ano em revista: foram apenas cinco dias de educação em Portugal.

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publicado às 16:19


3 comentários

De Pedro Morgado a 20.05.2009 às 18:22

Usar um caso verdadeiramente excepcional (de Espinho) para aferir o estado da Educação é verdadeiramente deplorável.

De df a 20.05.2009 às 22:58

Infelizmente não é caso isolado! Quanta loucura por desgaste, tanta loucura por frustração , tanta loucura por excesso de trabalho... é a educação que temos! Os miúdos são o elo mais fraco!

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A Um Metro do Chão o mundo está cheio de pernas e tem de se olhar para cima para ver o céu - o que faz toda a diferença. O preto é mesmo preto e o branco é branco. As coisas são todas assustadoramente concretas e ninguém aceita argumentos, só respostas. Não é um mundo melhor, pior ou mais verdadeiro; é apenas diferente, apesar de ser o mesmo. Este blogue é sobre isso. E sobre uma coisinha ou outra que pode não ter nada a ver.

Autora

Inês Teotónio Pereira
iteotoniopereira@gmail.com
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