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Crueldades

por Inês Teotónio Pereira, em 15.12.09

Diz-se que as crianças são cruéis, que são más e insensíveis e é compreensível. Por exemplo, que espécie de ser humano ouve a história da Menina dos Fósforos, de Hans C. Andersen, e nem estremece quando chega a parte em que menina morre gelada no meio da rua, em plena noite de Natal, porque andava a vender fósforos e usou todos para se aquecer? Só uma criança. Qualquer adulto tem vontade de saltar para o colo da mãe e lê a "Caras" para conseguir adormecer.
No entanto, e apesar de todas as evidências que sugerem o contrário e de todas as caudas de lagartixas que perderam o seu corpo, não acho que crueldade seja o termo a aplicar.(...)

No i de sábado

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publicado às 11:16



A Um Metro do Chão o mundo está cheio de pernas e tem de se olhar para cima para ver o céu - o que faz toda a diferença. O preto é mesmo preto e o branco é branco. As coisas são todas assustadoramente concretas e ninguém aceita argumentos, só respostas. Não é um mundo melhor, pior ou mais verdadeiro; é apenas diferente, apesar de ser o mesmo. Este blogue é sobre isso. E sobre uma coisinha ou outra que pode não ter nada a ver.

Autora

Inês Teotónio Pereira
iteotoniopereira@gmail.com
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